Tag: Marco Bailão

Clipe 3 – Convidados do Conversa com Verso – 2013

3 de janeiro de 2014 - Por Lourdes Casquete

Convidados:




Clipe 1 – Convidados do Conversa com Verso: 2006/2010.

3 de janeiro de 2014 - Por Lourdes Casquete



Izaias e seus Chorões – Conversa com Verso novembro de 2013 – Fotos

11 de dezembro de 2013 - Por Lourdes Casquete

O Conversa com Verso recebe em novembro, Izaias e seus Chorões.

31 de outubro de 2013 - Por Lourdes Casquete

O projeto Conversa com Verso recebe dia 30 de novembro (sábado) às 16h, no Centro Cultural Aúthos Pagano, com Entrada Franca, Izaias e seus Chorões.

IZAÍAS E SEUS CHORÕES é o grupo de choro mais antigo de São Paulo. Surgiu no início dos anos 70, em reuniões informais entre amigos, amantes e estudiosos do choro, com a finalidade de divulgar este gênero no seu modo mais puro e conservar suas raízes. Tendo como fundadores os irmãos Izaías (bandolim) e Israel Bueno de Almeida(violão 7 cordas) atualmente conta ainda com Marco Bailão (violão de 6 cordas), Getúlio Ribeiro (cavaquinho) e Tigrão (pandeiro)


IZAIAS E SEUS CHORÕES

O grupo surgiu durante o ano de 1974, em reuniões informais entre amigos, amantes e estudiosos do choro, com a finalidade de divulgar uma forma de tocar e divulgar este gênero no seu modo mais puro, como fora concebido há mais de cem anos, procurando dessa forma conservar suas raízes. Além do fato desse pequeno grupo ser amante de tão tradicional forma de se tocar música popular, houve também um grande interesse de preservação.

Com o passar dos anos, não foi a música brasileira a responsável pelas tendências ora apresentadas pelos mais jovens, como rock nacional ou música eletrônica, ou ainda essa onda que perdura há alguns anos que é a chamada “música country”, ou o “Sertanejo Universitário”. Todas essas influencias popularescas aconteceram graças à invasão da música estrangeira que a mídia insiste em implantar para a juventude que é a principal consumidora, por ser de fácil assimilação. A música popular brasileira em geral como também o choro, exige muito mais do músico quer em habilidade técnica, interpretação, e um pleno domínio harmônico rítmico e melódico o que certamente exigirá do pretendente a “chorão” ou a músico de MPB de alta qualidade a um número bem maior de anos de estudo e prática, o que não acontece por exemplo com os gêneros atualmente em voga. Ora, o jovem tem pressa em tocar algum instrumento e nada mais propício do que um “bom rock” ou “pagode”, ou ainda um “country”, que certamente não exigirão altos conhecimentos de teoria e técnica musical e/ou instrumental. Tomamos essas atitudes como normais, mormente nos tempos atuais, em que o romantismo cede lugar ás modernizações de alta tecnologia, porém com tendências ao desaparecimento como todo o modismo. De todos os citados, o choro, continua existindo apesar de sua avançada idade, e a prova disso é que, felizmente muitos jovens de bom gosto estão estudando choro garantindo desta forma a sua preservação.

Muitos são fatores que nos inspiraram a persistir nessa trilha. Muitos foram os ídolos que nos legaram essa escola maravilhosa que é o choro na sua mais pura essência. Podemos citar, entre dezenas de referências, Pixinguinha, Jacob Bittencourt, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Anacleto de Medeiros, entre outros.

Os objetivos para o futuro são bem singelos – A preservação do lirismo, da graça, e da simplicidade modelar e inusitada de executar o “choro” – A mais pura manifestação musical da alma brasileira.
Nossas apresentações resumem-se em executar os clássicos do choro de alguns dos compositores acima mencionados, alem de composições do próprio conjunto e o objetivo é procurar transmitir ao público o choro dos chorões na sua forma mais autêntica.

Preferimos que nossas apresentações não sejam rotuladas de “shows”, pois em nossa concepção, “show” dá um sentido muito amplo de grandiosidade, de algo muito gigantesco, muito próprio para apresentações circenses, ou grupos de rock, etc. O modo mais simples de exibição poderiam ser chamados de “recitais” ou simplesmente de “apresentações”.

Somos tão somente um grupo de instrumentistas camerísticos, não uma “banda” como atualmente são chamados os grupos instrumentais. Tocamos instrumentos acústicos e nossas apresentações, são puramente intimistas, reservadas aos apreciadores de boa música, que felizmente ainda encontram adeptos.

Participamos em diversos projetos em Teatros, Sescs de São Paulo e interior, Festivais de Inverno em Campos do Jordão, Festival de verão em São Sebastião, algumas viagens pelo exterior, como Mendoza e Buenos Ayres (Argentina), Lima (Peru), Montevidéu (Uruguai) e certos festivais na Europa, em Rudolstadt, Colônia e Frankfurt (Alemanha), Krënz (Áustria)
St. Germain e Poissy (França).

CDS

“Pé na cadeira” – Kuarup
“Quem não chora não ama” – CPC UMES
“O fino do bandolim” - BAND
“O choro e sua história” – CPC UMES
Participamos também em diversos trabalhos de gravações como acompanhadores de outros artistas, como Conjunto Moderna Tradição, Toninho Carrasqueira, Naylor “Proveta” etc


SERVIÇO:
Projeto: Conversa em Verso
Convidado: Izaias e seus Chorões
Dia: 30/11/2013 - sábado - 16 horas
Local: Centro Cultural Aúthos Pagano
Rua Tomé de Souza, 997 - Lapa/SP - Tel: (11) 3539 6140 e 3836-4316
Entrada franca
Duração: 70 min – Capacidade: 50 lugares.
Curadoria e produção executiva: Celina Lucas / Lourdes Casquete
Realização: Instituto Pensarte, Centro Cultural Aúthos Pagano. Apoio: Secretaria da Cultura, Governo do Estado de São Paulo.